Política de Privacidade do SEED Chat
Como a SEED engenharia trata os dados pessoais de quem conversa com a empresa pelo WhatsApp e de quem atende pelo aplicativo SEED Chat: dados tratados, bases legais, inteligência artificial (inclusive a assistente virtual Clara), mensagens internas, menções e etiquetas da equipe, avisos no celular, seus direitos e o contato da encarregada.
Fonte: https://chat.seed.eng.br/privacidade · SEED engenharia · versão em texto: https://chat.seed.eng.br/privacidade.md
Última atualização: 9 de outubro de 2026 (versão 12: a seção 9 passa a descrever como cada pessoa da equipe passa a ver uma conversa — pela atribuição, por permissão da administração a um número determinado, e, nos grupos do WhatsApp, pelos números pelos quais responde —, e não mais por atender o número). Versão 11: 7 de outubro de 2026 (mensagem apagada ou editada no WhatsApp continua guardada, marcada como tal, no registro interno do atendimento; o SEED Chat registra quem abre e quem exporta uma conversa, e exportar depende de permissão da administração; a inteligência artificial pode propor respostas rápidas a quem da equipe pedir, a partir dos textos que essa pessoa mais envia). Versão 10: 6 de outubro de 2026 ( a base legal das mensagens internas e das etiquetas foi avaliada por escrito e confirmada; a política passa a dizer o que um pedido de exclusão apaga e o que fica, como pedir acesso às mensagens internas, às etiquetas e ao registro das chamadas com @, que desativar a conta de quem foi chamado encerra o acesso de vez e reativar não o devolve, e avisa à equipe, também na caixa de mensagem interna, que a inteligência artificial lê as mensagens internas e que elas ficam registradas). Versão 9: 6 de outubro de 2026 (a equipe passa a poder trocar mensagens internas dentro da conversa, que o cliente nunca recebe; chamar com @ outra pessoa da equipe para ver a conversa, com acesso que termina sozinho e fica registrado; e marcar conversas com etiquetas; o texto das mensagens internas também vai ao fornecedor de inteligência artificial, para dar contexto). Versão 8: 1 de outubro de 2026 (o nome que o contato exibe no WhatsApp deixou de ser enviado ao fornecedor de inteligência artificial pelas funções do SEED Chat; continua indo o texto das mensagens). Versão 7: 30 de setembro de 2026 (a SEED desativou, na conta da ElevenLabs, o uso do conteúdo enviado para treinar os modelos dela, e a seção 6 passa a dizer, fornecedor por fornecedor, em que a SEED se apoia para mandar dados ao exterior). Versão 6: 30 de setembro de 2026 (corrige o que a versão 5 dizia sem prova ou sem completar — o destino no exterior de cada fornecedor, a cópia de segurança do banco inteiro, o nome do contato que vai à inteligência artificial, os prazos e o pedido de exclusão, a encarregada pelo nome completo). Versão 5: 30 de setembro de 2026 (acrescenta os grupos do WhatsApp acompanhados pelo SEED Chat). Versão 4: 28 de setembro de 2026 (explica que, quando você chega a uma conversa da SEED por um anúncio "Clique para o WhatsApp", guardamos o anúncio de origem e um identificador técnico do clique que só o servidor lê, para quê, e por quanto tempo). Versão 3: 28 de setembro de 2026 (acrescenta a API oficial do WhatsApp, da Meta, como segundo caminho dos números da SEED, e a Clara, assistente de inteligência artificial que responde sozinha nos números em que atende). Versão 2: 25 de setembro de 2026 (acrescenta o SolarZ e a cópia de segurança no Google Drive, que já recebiam dados e não estavam listados). Versão 1: 15 de setembro de 2026, primeira publicação, junto com o aplicativo Android.
1. Quem trata os seus dados
A SEED engenharia (razão social SEED Engenharia e Soluções Sustentáveis Ltda), CNPJ 24.023.638/0001-06, com matriz na Rua Duarte Coelho, 205, Governador Valadares/MG, e filiais na Av. 10 de Abril, 557, Baixo Guandu/ES, e na Rua José Bonifácio, 2, São Félix do Coribe/BA ("SEED", "nós"), é a controladora dos dados pessoais tratados pelo SEED Chat, nos termos da Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais — LGPD (Lei nº 13.709/2018). Esta política explica quais dados tratamos, por que, com quem os compartilhamos, por quanto tempo os guardamos e quais são os seus direitos. Ela complementa a Política de Privacidade do site seed.eng.br, que vale para quem visita o site.
2. O que é o SEED Chat e quem o usa
O SEED Chat é a ferramenta interna da SEED para atender, pelo WhatsApp, quem fala com os números de telefone da empresa. Ele existe como site (chat.seed.eng.br) e como aplicativo Android — o aplicativo é o mesmo site, instalado no celular. Quem usa o aplicativo é a equipe da SEED (atendentes, supervisores e administradores), com conta aprovada por um administrador. As pessoas que conversam com a SEED pelo WhatsApp não instalam nada nem criam conta: os dados delas entram no SEED Chat porque a conversa passa pelos números da empresa. Alguns números da SEED poderão ser atendidos pela Clara, a assistente virtual da SEED: um programa de inteligência artificial que lê e responde sozinho (seção 3).
Esta política fala das duas: de você que conversa com a SEED (seção 3) e de você que atende pela SEED (seção 4).
3. Se você conversa com a SEED pelo WhatsApp
O que guardamos. O seu número de telefone; o nome e a foto de perfil que o WhatsApp exibe para esse número; as mensagens trocadas com os números da SEED — texto, imagens, áudios, vídeos e documentos —, com data e hora; e, quando você reage a uma mensagem, a reação. Guardamos também o que a SEED escreve para você e quem da equipe escreveu. Nos números ligados pela API oficial do WhatsApp (seção 6), guardamos ainda o identificador que o WhatsApp cria para você junto à SEED (ele toma o lugar do telefone se você usar um nome de usuário no WhatsApp).
Se você participa de um grupo do WhatsApp com um número da SEED. Alguns grupos do WhatsApp de que um número da SEED participa são acompanhados pelo SEED Chat: só os grupos de trabalho, como o grupo de cada contrato com o cliente e os da equipe. Nesses grupos guardamos as mensagens (texto, imagens, áudios, vídeos e documentos), com data e hora, e, de quem escreve, o nome exibido no WhatsApp, o identificador que o WhatsApp dá a cada participante e o número de telefone, quando o WhatsApp o informa. A equipe da SEED que acompanha o grupo vê o nome e o telefone de quem escreveu cada mensagem. Dos outros grupos de que um número da SEED participa, guardamos só o nome do grupo, o número de participantes, a data de criação, se é uma comunidade e o identificador de quem criou o grupo (que costuma ser o número de telefone dessa pessoa), sem mensagens e sem dados dos demais participantes. Participar de um grupo não faz de você um contato da SEED. Para quê: registrar e acompanhar o trabalho combinado no grupo e responder pela SEED. Base legal: execução de contrato (art. 7º, V), para quem é parte do contrato ou da equipe, e legítimo interesse (art. 7º, IX, com os limites do art. 10), para os demais participantes. Nos grupos, a análise automática por inteligência artificial não roda; os áudios são transcritos como nas conversas individuais; resumo e sugestão de resposta só quando uma pessoa da equipe pede. Os seus direitos da seção 8 valem do mesmo jeito.
Para quê. Para atender ao seu pedido (orçamento, dúvida técnica, agendamento, suporte, cobrança), manter o histórico do atendimento, passar a conversa para a pessoa certa da equipe e acompanhar a qualidade do atendimento. Base legal: execução de contrato ou de procedimentos preliminares a contrato (LGPD, art. 7º, V) e, para o histórico e a qualidade do atendimento, legítimo interesse da SEED (art. 7º, IX), sempre dentro do que você esperaria ao falar com uma empresa pelo WhatsApp.
Se você chega até a SEED por um anúncio. Quando você toca num anúncio "Clique para o WhatsApp" da SEED no Facebook ou no Instagram e cai direto numa conversa — em qualquer número da SEED, pela API oficial ou não —, o Facebook (Meta) manda à SEED, junto com a sua primeira mensagem, de qual anúncio você veio: o nome ou o código da campanha. Guardamos esse dado junto da conversa, para saber que anúncio trouxe cada cliente, medir se o investimento em publicidade valeu a pena e, se você fechar contrato com a SEED, ligá-lo à campanha que o originou. Junto dele, a Meta também manda um identificador técnico do próprio clique (o ctwa_clid), que ela mesma trata como dado pessoal. Hoje nenhum sistema da SEED usa esse identificador, e ele não é enviado a ninguém: fica guardado para que, se um dia a SEED passar a informar à Meta quais conversas vindas de anúncio viraram contrato, isso seja possível. Se isso acontecer, esta política ganha uma versão nova antes. A equipe que atende você vê o nome ou o código do anúncio, mas nunca vê esse identificador do clique: ele fica só no servidor da SEED, sem acesso pela tela de atendimento. Base legal: legítimo interesse da SEED em medir o retorno dos seus investimentos em publicidade (art. 7º, IX).
O que a equipe escreve só entre si (mensagens internas e etiquetas). Dentro da conversa, a equipe da SEED pode trocar mensagens internas sobre o seu atendimento, por exemplo para tirar uma dúvida com um colega de outra área. Você nunca recebe essas mensagens nem as vê no WhatsApp: elas existem só dentro do SEED Chat e só aparecem para quem da equipe enxerga aquela conversa (seções 4 e 9). A equipe também pode marcar a conversa com etiquetas, como "Urgente" ou "Retornar ao cliente", para organizar o trabalho; a etiqueta também fica só no SEED Chat. Guardamos essas mensagens e etiquetas junto da conversa, com quem as escreveu ou aplicou, a data e a hora. Como podem falar de você, os seus direitos da seção 8 valem também para elas: o que a equipe escreveu sobre você, inclusive uma etiqueta pessoal com um rótulo sobre você, entra no seu pedido de acesso; e o que um pedido de exclusão apaga está na seção 7. Para quê: consultar-se internamente para atender melhor, passar a conversa para a pessoa certa e organizar o atendimento. Base legal: legítimo interesse da SEED (art. 7º, IX). A SEED avaliou esse interesse por escrito (finalidade, necessidade, o que você esperaria e as proteções, como pede o art. 10) e concluiu que ele se sustenta: a equipe só escreve sobre o atendimento que já existe, o acesso de quem é chamado de outra área é mínimo, temporário e registrado, e nada disso chega a você. Duas coisas você talvez não esperasse, e por isso as dizemos: o texto das mensagens internas é lido por um programa de inteligência artificial (abaixo) e pode ser lido por alguém de outra área da equipe chamado para ajudar (seção 4). Você pode se opor a esse tratamento (seção 8).
Transcrição de áudios. Um áudio que você manda é transcrito automaticamente para texto, para a equipe ler e responder mais rápido. A transcrição fica guardada junto com o áudio. Ela é feita por um fornecedor de reconhecimento de voz (seção 6).
Inteligência artificial. Sobre o texto das conversas, a SEED usa um modelo de inteligência artificial para: classificar a conversa por assunto, estimar o tom (por exemplo, urgente ou satisfeito), resumir conversas longas, sugerir à equipe rascunhos de resposta, propor a cada pessoa da equipe, quando ela pede, respostas rápidas a partir dos textos que ela mais envia aos clientes (sem telefone, e-mail, CPF ou CNPJ, e com o nome do cliente trocado por um marcador) e, a pedido da equipe, reescrever ou corrigir o texto que ela vai enviar (para escrever no tom de quem atende, vão também as últimas mensagens que essa pessoa enviou). Nesses usos, a IA sugere; quem decide e responde é uma pessoa da SEED. Fora dos números atendidos pela Clara (abaixo), não há decisão automatizada que afete os seus direitos (art. 20). O que vai ao fornecedor de IA é o texto das mensagens; desde 1º de outubro de 2026, o nome que o contato exibe no WhatsApp não vai mais nessas funções (o nome só é recolocado no texto depois que a resposta da IA volta), e o que o próprio contato escreve nas mensagens vai inteiro; desde 6 de outubro de 2026, o texto das mensagens internas da equipe também vai ao fornecedor de IA, nas mesmas funções (resumo, assunto, tom, sugestão de resposta e reescrita), marcado como interno, para a IA entender o que está acontecendo no atendimento; a IA é instruída a não citar nem revelar conteúdo interno nas sugestões e nos textos que vão a você, e quem decide o que enviar continua sendo uma pessoa da SEED. As etiquetas não vão à IA; os termos do fornecedor que a SEED aceitou dizem que ele não treina o modelo com esse conteúdo (seção 6).
Atendimento pela Clara. Quando você conversa com um número da SEED atendido pela Clara, quem lê e responde é a Clara, uma assistente de inteligência artificial, e não uma pessoa. Se você perguntar, ela confirma que é a assistente virtual da SEED. A Clara usa o texto das mensagens e a transcrição dos áudios para entender o que você precisa, responder dúvidas sobre os serviços da SEED, registrar o seu pedido e passar o atendimento a uma pessoa da equipe quando chegar a hora. A Clara não fecha negócio nem promete preço, prazo ou desconto em nome da SEED: isso é sempre com uma pessoa da equipe. A conversa com a Clara fica guardada no SEED Chat como qualquer outra, e a equipe pode lê-la. Se a Clara classificar o seu pedido de um jeito que afete você (por exemplo, como fora do que a SEED atende), você pode pedir que uma pessoa reveja (art. 20). Para isso, e a qualquer momento da conversa, basta pedir à própria Clara para falar com uma pessoa, ou usar o contato da seção 8. Base legal: procedimentos preliminares a contrato (art. 7º, V) e legítimo interesse da SEED em responder logo a quem a procura (art. 7º, IX). O fornecedor do modelo de IA usado pela Clara está na seção 6.
Cadastro no CRM. Quando uma pessoa da equipe decide levar o seu atendimento para o CRM (sistema de gestão de clientes) da área comercial, o seu nome e o seu telefone são cadastrados lá, junto com um endereço que leva à conversa dentro do SEED Chat. O texto das mensagens não vai ao CRM. Base legal: procedimentos preliminares a contrato (art. 7º, V). O CRM é um fornecedor (seção 6).
Cópia de segurança. Todo dia, um processo automático faz uma cópia do banco de dados do SEED Chat — inclusive as mensagens (também as internas da equipe), os telefones e os nomes — e dos arquivos da conversa (fotos, áudios, vídeos e documentos), num Drive compartilhado da SEED no Google Drive, para nada se perder se o sistema principal falhar. A cópia do banco sai do ambiente onde é feita já cifrada, e só a SEED tem a chave para abri-la; os arquivos são copiados sem essa cifra, num Drive de acesso restrito à empresa. O processo roda num serviço de automação do GitHub (seção 6). Base legal: legítimo interesse da SEED em não perder o histórico de atendimento (art. 7º, IX).
O que não fazemos. Não usamos as conversas para publicidade nem as vendemos. Não coletamos dados sensíveis de propósito (art. 5º, II); se você mandar um dado assim numa mensagem, ele fica no histórico da conversa como qualquer outra mensagem, e você pode pedir a exclusão (seção 8). O SEED Chat não é feito para crianças, e a SEED não trata dados de crianças intencionalmente.
Se uma mensagem é apagada ou editada. Quando você apaga uma mensagem "para todos" ou edita uma mensagem no WhatsApp, ou quando alguém da SEED faz isso com uma mensagem enviada a você, a mudança chega ao seu WhatsApp normalmente. No registro interno do atendimento da SEED, porém, a versão anterior não é apagada: a mensagem continua guardada e aparece marcada como apagada ou editada, com quando e por quem, para a SEED manter o histórico completo do atendimento. Base legal: legítimo interesse da SEED na rastreabilidade do atendimento (art. 7º, IX). Ela é guardada pelo mesmo prazo da conversa (seção 7) e entra nos pedidos de acesso e de exclusão (seção 8).
4. Se você atende pela SEED (equipe)
O que guardamos. Nome, e-mail e senha (a senha é guardada em forma irreversível pelo serviço de autenticação); o seu papel (atendente, supervisor, administrador) e quais números você atende; as mensagens que você envia, ao cliente e internas, e as ações que faz no aplicativo (atribuir, marcar como lida, anotar, chamar um colega com @, etiquetar), com data e hora; quem você chamou com @ e quem chamou você; as etiquetas pessoais que você cria; a sua foto de perfil, se você enviar uma; a sua disponibilidade (disponível, ausente ou ocupado), que a equipe vê; se cada mensagem que você enviou saiu do computador ou do celular; a sua preferência de som e, se você ativar os avisos, a assinatura de notificação do seu aparelho (seção 5) e uma descrição do navegador ou celular usado.
Para quê. Para dar acesso às conversas que a sua função e o seu atendimento pedem (a regra completa está na seção 9) e a nada além delas, registrar quem fez o quê no atendimento (auditoria), e avisar você de mensagem nova. Base legal: execução do contrato de trabalho ou de prestação de serviço (art. 7º, V) e legítimo interesse da SEED na segurança e na rastreabilidade do atendimento (art. 7º, IX).
Mensagens internas. Você pode escrever, dentro de uma conversa, mensagens que o cliente nunca recebe. Elas aparecem a todas as pessoas da equipe que enxergam aquela conversa, inclusive a quem foi chamado com @ (abaixo); o cliente e o sistema que envia mensagens ao WhatsApp não as recebem. Quem as escreve pode apagá-las (o texto some e fica o registro de que existiu) e a administração também pode. Atenção: a inteligência artificial lê as mensagens internas, e elas ficam registradas (a caixa de mensagem interna mostra esse aviso toda vez que você a usa). O texto de cada mensagem interna vai ao fornecedor de inteligência artificial (seção 3), sem o seu nome como autor, para resumir a conversa, classificar o assunto, estimar o tom e sugerir respostas; a IA é instruída a não citá-las nos textos que vão ao cliente. As mensagens ficam guardadas junto da conversa e na cópia de segurança, com o seu nome como autor, a data e a hora, e quem enxerga a conversa as lê, inclusive a administração, a supervisão e quem foi chamado com @. Apagar uma mensagem interna tira o texto do SEED Chat e deixa o registro de que ela existiu, de quem a apagou e de quando; o que já foi enviado à IA não volta (o fornecedor o apaga em até 30 dias, seção 6) e a cópia de segurança já feita continua com o texto (seção 7). Por isso, escreva só o que o atendimento precisa, sem dado pessoal que não seja necessário, sem assunto que não seja do trabalho e sem dado sensível do cliente (saúde, religião, opinião política) nem opinião ofensiva.
Chamar um colega com @ (menção). Você pode chamar com @ uma pessoa da equipe que não atende aquele número, por exemplo para perguntar algo a quem é de outra área, tanto numa mensagem interna quanto numa mensagem ao cliente (neste caso, o nome de quem foi chamado não vai no texto que o cliente recebe). Quem é chamado passa a ver a conversa e o contato (nome e telefone) e as mensagens internas dela e, se quem chamou podia responder ao cliente naquela hora, também a responder, ao colega ou ao cliente. Ninguém recebe, por menção, mais do que quem o chamou tinha: quem só vê a conversa só consegue chamar alguém para ver. Esse acesso termina sozinho quando a conversa é encerrada ou arquivada, ou quando a pessoa sai ou é removida de lá (por ela, por quem a chamou, pelo dono da conversa, pela administração ou pela supervisão), ou 30 dias depois da última chamada — o que vier primeiro (cada nova chamada à mesma pessoa renova os 30 dias). Reabrir a conversa não devolve o acesso. Quando a conta da pessoa chamada é desativada, o acesso é encerrado de vez, no mesmo instante, e o registro guarda que foi removido e por quem; reativar a conta não devolve o acesso (é preciso chamar a pessoa de novo). Tudo fica registrado: quem chamou quem, em qual conversa e quando, e, para cada acesso, quando começou e quando e por que terminou; esse registro é guardado junto da conversa, para podermos mostrar a qualquer momento quem viu o quê, enquanto a conversa existir: se a conversa for apagada (seção 7), o registro dela é apagado junto. A pessoa chamada recebe um aviso (seção 5). Base legal: legítimo interesse da SEED em passar a conversa para a pessoa certa da equipe (art. 7º, IX), com acesso mínimo, limitado no tempo e registrado.
Etiquetas. Você pode marcar conversas com etiquetas e filtrar a lista por elas. Há etiquetas do sistema, que só a administração cria e que todos veem, e etiquetas pessoais, que cada pessoa cria para si: só quem as criou as vê e as aplica no aplicativo (nem a administração as vê ali; a SEED pode consultá-las diretamente no banco de dados se for preciso apurar uso indevido). Etiquetas são dados internos: não vão ao cliente nem ao fornecedor de inteligência artificial. Um rótulo que fale de um cliente é dado sobre ele: entra no pedido de acesso dele (seção 8), e a etiqueta pessoal só some quando a SEED a apaga (seção 7). Escreva no rótulo só o necessário.
Uso da IA pela equipe. Quando você pede uma sugestão de resposta ou um resumo, a SEED registra que a IA foi usada, por quem e com que custo — para controlar o gasto, não para avaliar você pelo uso. O registro por pessoa é guardado por 12 meses; depois fica só o total do mês, sem nomes.
Quem abre e quem exporta uma conversa. O SEED Chat registra quando você abre uma conversa (no máximo um registro a cada 30 minutos por conversa) e quando você exporta uma conversa para um arquivo. Exportar só é possível para a administração e para quem ela der essa permissão. Só a administração lê esse registro, que serve para responder a um incidente de segurança ou a um pedido do titular dos dados. Base legal: legítimo interesse da SEED na segurança e na rastreabilidade do atendimento (art. 7º, IX).
5. Avisos no celular e no computador (notificações)
Os avisos de mensagem nova só existem se você, da equipe, ativá-los no aparelho. Ao ativar, o navegador cria uma assinatura de notificação (um endereço técnico do seu aparelho e duas chaves de cifra) e a SEED a guarda para poder avisar você mesmo com o aplicativo fechado. Cada aviso leva o nome do contato (ou o telefone, se ele não tiver nome) e o começo da mensagem, cifrados de ponta a ponta entre o servidor da SEED e o seu aparelho: o serviço de push do navegador (Google, no Chrome e no Android) entrega o aviso sem conseguir ler o conteúdo. Quando alguém da equipe chama você com @, o aviso leva o nome de quem chamou, o nome do contato e o começo da mensagem, também cifrados; a pessoa chamada recebe esse aviso mesmo que silencie o número, porque a chamada é pessoal. A assinatura é apagada quando você desativa os avisos, quando o navegador a revoga ou quando o aparelho deixa de responder.
6. Quem trata os dados em nosso nome (fornecedores)
Não vendemos dados pessoais, nem os compartilhamos com terceiros para uso próprio deles. Usamos fornecedores que tratam os dados em nosso nome e sob as nossas instruções (operadores, art. 5º, VII), na medida necessária, e com quem a lei mandar. A SEED não assinou contrato individual com esses fornecedores: aceitou os termos de serviço padrão de cada um, que, conforme a documentação pública deles, incorporam um adendo de tratamento de dados (fontes consultadas em 30 de setembro de 2026, na seção 12).
- WhatsApp (Meta) — é a plataforma pela qual a conversa acontece: as mensagens trafegam pelos servidores do WhatsApp segundo os termos e a política de privacidade do WhatsApp, antes de chegar à SEED. A SEED liga os seus números ao WhatsApp por dois caminhos: um serviço próprio (Evolution API), instalado no servidor da SEED, e a API oficial do WhatsApp para empresas (WhatsApp Cloud API), da Meta. Nos números ligados pela API oficial, a Meta atua como operadora da SEED: processa as mensagens nos centros de dados dela, que podem estar fora do Brasil (art. 33), guarda-as por até 30 dias para entregá-las e retransmiti-las, e não as usa por conta própria para escolher os anúncios que você vê. Quando você chega à conversa por um anúncio da SEED, é a Meta que informa de qual anúncio você veio (seção 3).
- Supabase — banco de dados, autenticação e arquivos de mídia do SEED Chat, na região de São Paulo (Brasil), além das funções de servidor do SEED Chat, que rodam na infraestrutura do mesmo fornecedor. Os termos que a SEED aceitou incorporam um adendo de tratamento de dados e proíbem o fornecedor de usar os dados para treinar modelos sem consentimento por escrito.
- Hostinger — servidor que entrega o aplicativo e liga ao WhatsApp os números que usam o Evolution API, em datacenter no Brasil. Os termos da Hostinger incorporam um adendo de tratamento de dados.
- Anthropic — fornecedor do modelo de inteligência artificial (seção 3): recebe o texto das mensagens, inclusive, desde 6 de outubro de 2026, o das mensagens internas da equipe (e não mais, desde 1º de outubro de 2026, o nome de exibição do contato, nas funções do SEED Chat) para classificar, resumir, sugerir respostas e redigir e, nos números atendidos pela Clara, para ela responder. Os termos comerciais que a SEED aceitou incorporam um adendo de tratamento de dados com cláusulas-padrão da União Europeia e dizem que a Anthropic não treina modelos com o conteúdo enviado por API; pela política que ela publica, as entradas e saídas da API são apagadas em até 30 dias (conteúdo sinalizado por violação de política pode ser guardado por mais tempo). Servidores fora do Brasil (art. 33).
- ElevenLabs — transcrição de áudios em texto (seção 3): recebe o áudio e devolve o texto. Os termos da ElevenLabs incorporam um adendo de tratamento de dados com cláusulas-padrão contratuais, inclusive as aprovadas pela ANPD. Sem treino com o seu áudio desde 30 de setembro de 2026: no plano que a SEED usa, a ElevenLabs pode usar o conteúdo enviado para melhorar os modelos dela, a menos que o cliente desative essa opção, e a SEED a desativou nessa data, às 20h40 (horário de Brasília). A desativação vale só para o que for enviado depois dela: áudios transcritos antes disso podem ter sido usados pela ElevenLabs nesse treino. A ElevenLabs guarda o áudio enviado por padrão; o prazo para o plano da SEED não consta da documentação pública que consultamos. Servidores nos Estados Unidos (art. 33).
- Google — serviço de push que entrega os avisos do Chrome e do Android (seção 5), sem ler o conteúdo; a Google Play, que distribui o aplicativo Android à equipe; e o Google Drive, onde fica a cópia de segurança (seção 3), num Drive compartilhado da SEED de acesso restrito à empresa. Servidores em vários países, inclusive fora do Brasil (art. 33).
- GitHub (Microsoft) — executa o processo automático da cópia de segurança e guarda o código-fonte do aplicativo. Durante a cópia, os dados do banco passam pelo servidor temporário do GitHub, e a cópia do banco sai de lá já cifrada (seção 3). Servidores fora do Brasil (art. 33).
- Resend — envio dos e-mails de acesso à equipe (convite, redefinição de senha). Guarda os e-mails e os registros de envio por até 30 dias, segundo a documentação pública dele, em servidores nos Estados Unidos (art. 33).
- SolarZ — CRM da área comercial da SEED (seção 3), empresa brasileira. Recebe, só quando uma pessoa da equipe cria o cartão de oportunidade a partir de uma conversa: o nome e o telefone do contato; o nome e o e-mail de quem atende (para registrar o responsável); o número da SEED pelo qual a conversa acontece, a data de início da conversa e o endereço dela no SEED Chat. Não recebe o texto das mensagens nem os arquivos.
Dados que saem do Brasil (transferência internacional, LGPD art. 33). Os fornecedores abaixo guardam ou processam dados fora do Brasil. Eles só podem usá-los para o serviço descrito acima e podem repassá-los a subcontratados que eles mesmos publicam. A SEED continua responsável pelos seus dados em qualquer país. Desde 23 de agosto de 2025, a ANPD só aceita, como cláusulas-padrão contratuais para essa finalidade, as que ela mesma aprovou (Resolução CD/ANPD nº 19/2024); por isso dizemos, fornecedor por fornecedor, em que a SEED se apoia:
- Meta (API oficial do WhatsApp): recebe as mensagens, para entregá-las; Estados Unidos e outros países onde a Meta tem centros de dados; até 30 dias. O adendo de transferência de dados que a Meta publica incorpora as cláusulas-padrão aprovadas pela ANPD.
- ElevenLabs: recebe os áudios, para transcrevê-los; Estados Unidos; o prazo para o plano da SEED não consta da documentação pública. O adendo de tratamento de dados dela incorpora as cláusulas-padrão aprovadas pela ANPD.
- Anthropic: recebe o texto das mensagens, inclusive o das mensagens internas da equipe (não mais o nome de exibição do contato, desde 1º de outubro de 2026), para a inteligência artificial (seção 3); Estados Unidos, e o processamento pode ocorrer em outros países; até 30 dias. Os termos incorporam cláusulas-padrão da União Europeia. A SEED ainda não tem, com este fornecedor, as cláusulas aprovadas pela ANPD.
- Google: recebe os arquivos da cópia de segurança, num Drive da SEED, e os avisos de notificação cifrados; Estados Unidos e outros países; enquanto a cópia durar (seção 7). Os termos do serviço de notificações preveem cláusulas-padrão da União Europeia. A SEED ainda não confirmou se o adendo do Google com as cláusulas aprovadas pela ANPD está aceito na conta dela.
- GitHub: o banco de dados passa pelo servidor temporário dele durante a cópia de segurança (seção 3); Estados Unidos; só durante a cópia. A SEED ainda não confirmou se os termos dele incorporam as cláusulas aprovadas pela ANPD.
- Resend: recebe o nome e o e-mail de quem é da equipe, para os e-mails de acesso; Estados Unidos; até 30 dias, segundo a documentação pública dele. Os termos incorporam cláusulas-padrão da União Europeia. A SEED ainda não tem, com este fornecedor, as cláusulas aprovadas pela ANPD.
Onde ainda não há as cláusulas aprovadas pela ANPD, a SEED vai pedir aos fornecedores que as incluam ou reduzir o que envia a eles. Você pode pedir a cópia das cláusulas de cada transferência pelo contato da seção 8, e respondemos em até 15 dias. Você também pode reclamar à ANPD.
Também podemos compartilhar dados quando a lei exigir ou por ordem de autoridade competente.
7. Por quanto tempo guardamos
Hoje o SEED Chat não apaga conversas nem arquivos automaticamente: eles ficam guardados enquanto durar a relação com você e pelo prazo necessário para cumprir obrigações legais e defender direitos da SEED (por exemplo, o prazo de garantia de um serviço prestado — exercício regular de direitos, art. 7º, VI). A SEED está definindo, com assessoria jurídica, prazos por tipo de registro (obra e garantia, contrato, documento fiscal e contato que não virou cliente), e esta política ganhará uma versão nova com esses prazos. Enquanto isso, você pode pedir a exclusão dos seus dados a qualquer momento (seção 8): a SEED atende em até 15 dias, prazo do art. 19, II, da LGPD, salvo o que a lei obrigar a guardar. O dado excluído continua nas cópias de segurança já feitas até elas serem substituídas: as cópias diárias do banco ficam por 30 dias e uma por mês fica por 12 meses; os arquivos copiados no Drive não expiram sozinhos, e a SEED os retira da cópia quando você pede a exclusão. A conta de uma pessoa da equipe é desativada quando ela sai da SEED; o que ela escreveu no atendimento permanece no histórico, porque faz parte do atendimento à pessoa que conversou. A assinatura de notificação dura enquanto os avisos estiverem ativos no aparelho.
Mensagens internas, etiquetas e chamadas com @ (seção 4) ficam guardadas junto da conversa, pelo mesmo prazo dela. O que um pedido de exclusão apaga: quando a conversa é apagada, o banco de dados apaga junto, automaticamente, as mensagens com o cliente, as mensagens internas, as etiquetas aplicadas a ela, o registro das chamadas com @ e o registro dos acessos que elas abriram. O que não some sozinho e a SEED apaga à mão: o nome de uma etiqueta pessoal, se tiver dado seu (a etiqueta pertence a quem a criou, e a SEED a apaga ou a renomeia), e os arquivos de fotos, áudios, vídeos e documentos da conversa que ainda estiverem guardados. O que fica: o registro de custo do uso de inteligência artificial, sem o texto das mensagens e sem ligação com a conversa; as cópias de segurança já feitas, pelos prazos acima; e o que o fornecedor de inteligência artificial ainda guarda, por até 30 dias (seção 6). A SEED também guarda apenas o registro de que o seu pedido foi feito e atendido (data e o que foi apagado, sem o conteúdo). Obrigação legal: não identificamos hoje lei que mande guardar mensagens internas, etiquetas ou o registro das chamadas. Se a SEED precisar guardar uma conversa por obrigação legal ou para se defender (acima), guarda a conversa inteira, com as mensagens internas, e responde a você dizendo o que guarda e por quê. Se a conta de uma pessoa da equipe for apagada de vez (a desativação não apaga nada): as mensagens internas que ela escreveu ficam, sem o nome dela; as chamadas que ela recebeu, os acessos dela e as etiquetas pessoais dela são apagados.
O anúncio de origem e o identificador do clique (seção 3), quando existem, ficam guardados junto da conversa, pelo mesmo prazo dela. Antes disso, a mensagem bruta que o WhatsApp entrega à SEED passa por uma caixa de entrada técnica interna, guardada só para o sistema conseguir reprocessar uma falha: ela é apagada em até 30 dias, ou em até 180 dias depois da última tentativa, se o processamento daquela mensagem tiver falhado.
8. Os seus direitos
Nos termos do art. 18 da LGPD, você pode, a qualquer momento: confirmar se tratamos seus dados e acessá-los; corrigir dados incompletos ou desatualizados; pedir anonimização, bloqueio ou eliminação; pedir a portabilidade; saber com quem compartilhamos; revogar um consentimento que tenha dado; e se opor a um tratamento feito por legítimo interesse (art. 18, § 2º). O acesso aos seus dados inclui as mensagens internas e as etiquetas que a equipe escreveu sobre você (inclusive etiquetas pessoais com um rótulo sobre você) e um resumo do registro das chamadas com @ (quantas pessoas foram chamadas para ver a conversa e quando, sem o nome delas, que são colegas da própria SEED); as mensagens internas chegam sem o nome de quem as escreveu, e respondemos em até 15 dias (art. 19, II). Para se opor ao tratamento por legítimo interesse, inclusive o das mensagens internas e das etiquetas, use o mesmo contato; hoje a SEED atende a oposição apagando a conversa ou, se precisar guardá-la, explicando por quê. Para exercer esses direitos, escreva para a encarregada pelo tratamento de dados pessoais (LGPD, art. 41), Jamille Martins Filgueiras, pelo e-mail contato@seed.eng.br, ou fale conosco pelo próprio WhatsApp da SEED. Você também pode apresentar reclamação à ANPD (gov.br/anpd).
9. Segurança
Cada pessoa da equipe enxerga as conversas que foram atribuídas a ela (ou ao grupo de atendentes dela) e, quando a administração lhe deu essa permissão, todas as conversas de um número determinado; enxerga também os grupos do WhatsApp atribuídos a ela e os dos números pelos quais ela responde; administradores e supervisores enxergam todas as conversas; e quem foi chamado com @ enxerga, só enquanto a chamada durar (seção 4), a conversa para a qual foi chamado. A regra é aplicada no próprio banco de dados, não apenas na tela. As mensagens internas aparecem só a quem enxerga a conversa; o texto delas não é enviado ao cliente (a única saída dele é para o fornecedor de inteligência artificial, seção 3). As mídias ficam num repositório privado e só abrem por endereços temporários emitidos pelo servidor. O aplicativo é servido por conexão criptografada (HTTPS) e as chaves dos fornecedores ficam guardadas fora do código. Nenhum sistema é infalível; se ocorrer um incidente de segurança que possa causar risco relevante a você, comunicaremos você e a ANPD conforme o art. 48 da LGPD.
10. Cookies, armazenamento no aparelho e permissões
O SEED Chat não usa cookies de estatística nem de publicidade, e não tem rastreadores de terceiros. No aparelho de quem atende ele guarda apenas o necessário para funcionar: a sessão de login (sb-*), as preferências de uso (som dos avisos, tema) e a assinatura de notificação. No Android, o aplicativo pede permissão para notificações (avisos de mensagem nova), microfone (gravar áudio para responder) e fotos e arquivos (anexar mídia à conversa) — cada uma só quando você usa o recurso, e você pode revogá-las nas configurações do aparelho.
11. Alterações desta política
Podemos atualizar esta política para refletir mudanças no aplicativo ou na legislação. A data no início da página indica a versão em vigor; mudanças relevantes são avisadas à equipe pelos canais internos da SEED e, a quem conversa com a SEED, nesta página.
12. Referências
- Lei nº 13.709, de 14 de agosto de 2018 (LGPD), arts. 5º, 7º, 10, 16, 18, 19, 20, 33, 41 e 48.
- ANPD, Resolução CD/ANPD nº 18, de 16 de julho de 2024 (atuação do encarregado pelo tratamento de dados pessoais).
- Anthropic, "Commercial Terms of Service" (anthropic.com/legal/commercial-terms — "Anthropic may not train models on Customer Content from Services"), consultados em 15 de setembro de 2026.
- ElevenLabs, "Privacy Policy" (elevenlabs.io/privacy-policy), consultada em 15 de setembro de 2026.
- WhatsApp, "Política de Privacidade" (whatsapp.com/legal/privacy-policy), consultada em 15 de setembro de 2026.
- Meta, "Cloud API — Data Privacy & Security" (developers.facebook.com/docs/whatsapp/cloud-api/overview/data-privacy-and-security — "Messages have a maximum retention period of 30 days"; "Meta, in providing Cloud API service, acts as a data processor/service provider on behalf of the business"), consultada em 27 de setembro de 2026.
- Anthropic, "Data Processing Addendum" (anthropic.com/legal/data-processing-addendum), ElevenLabs, "Data Processing Addendum" (elevenlabs.io/dpa), Supabase (supabase.com/legal/dpa), Hostinger (hostinger.com/legal/dpa), Resend (resend.com/legal/dpa) e GitHub (github.com/customer-terms/github-data-protection-agreement), consultados em 30 de setembro de 2026.
- Meta, "Platform Terms", item 4 (developers.facebook.com/terms — política de privacidade do app), consultados em 27 de setembro de 2026.